domingo, fevereiro 26, 2006

We are one

The Universe speaks in many languages but only one voice.

The language it's not English, or French, or Portuguese, or Chinese or Spanish or Polish.

It speaks in the language of hope. It speaks in the language of trust. It speaks in the language of strength in the language of compassion. It is the language of the heart and the language of the soul. And always is the same voice. It is the voice of our ancestors speaking through us. The voice of our inheritors, waiting to be born.

It is the small still voice that says... We are one. No matter the blood, no matter
the skin, no matter the country. We are one.

No matter the pain, no matter the darkness, no matter the loss, no matter the fear,
we are one. Here gathered together in comm. cause, we agree to recognize this singular truth and this singular rule, that we must be kind to one another, because each voice enriches us and ennobles us and each voice lost, diminishes us. We are the voice of the Universe, the soul of creation. The fire that will enlighten the way to a better future.

We are one.

quarta-feira, fevereiro 22, 2006

Criticando o Windows Vista

A Microsoft vai lançar a nova versão do Windows, chamada Vista no segundo semestre deste ano e já vejo movimentações na net para um fenómeno que infelizmente é cíclico. Está muita gente a preparar-se (será que não têm mais que fazer?) para falar mal do Windows Vista. Por acaso, eu acho piada a isso, porque vejo sempre essas críticas com um sorriso nos lábios, mas, não confundam, é mesmo de tristeza. Eu não sou um defensor cego da Microsoft, nem pouco mais ou menos. Em meados do ano passado, tirei o Windows do meu portátil e instalei para experimentar e aprender, o Linux, (Fedora Core 4). Até hoje continua a funcionar às mil maravilhas. Quantas vezes crashou? Nenhuma. Está mais rápido agora em comparação quando tinha o Windows XP instalado? Sem duvida.

Pois, tudo isto é muito bonito, mas ao fim de algum tempo, começámos a chegar à conclusão paradoxal que nem só de estabilidade vive o informático, também precisa de programas e convenhamos, O Linux está a uns aninhos do Windows. É um sistema operativo demasiado ‘sério’ para quem gosta de jogar de vez enquanto Quake 4 ou F.E.A.R ou algum outro super/hiper jogo que custou milhões de dólares a desenvolver e que eventualmente tem actores de Hollywood.

Estou confiante que o Windows Vista vai abrir novos horizontes para uma série de coisas que gostaríamos de fazer e que agora, por uma ou outra razão não fazemos.

É normal ter medo do que não se conhece, principalmente com os antecedentes que a Microsoft tem, mas dizer que o Windows é mau só porque é moda, parece-me um pouco estúpido. É como querer instalar o Windows ME ou o Windows 2000 e depois gritar porque os drivers da novissíma placa de som não funcionam. O que é que se está à espera?

Ele que venha… temos tempo para falar mal dele nos próximos anos. Além de que, como é sabido, no mundo dos PC’s temos uma vastíssima gama de escolha de sistemas operativos com a quantidade de programas empresariais, jogos, etc, que o Windows tem (olhar desconfiado).

Estou ansiosamente à espera que o Linux encurte a distancia… Até lá, seja bem vinda a Vista de uma nova janela. :)

terça-feira, fevereiro 21, 2006

Calor tropical

Bem…. Hoje, esteve um calor absolutamente indescritível aqui em Maputo. E como se não bastasse sentirmos a pele a enrugar, a humidade torna tudo tãooooo mais difícil de se suportar. Conseguem imaginar estar a tomar um duche, enquanto tiramos a agua para nos ensaboarmos, começamos a suar ? Pois é… uma sensação absolutamente normal que já me começo a habituar. É doloroso…

Eu já não sei o que é pior, se sofrer de frio de tal maneira que a testa dói e o nariz parece que vai cair a qualquer momento ou este calor infernal que dá vontade ou de estarmos numa piscina ou debaixo do ar condicionado constantemente.

E depois… Depois eu não percebo como é possível que alguém neste clima, com este calor idiota tenha coragem de andar de gravata e fatinho? A sério… Mete-me confusão. Só pode ser uma importação cultural desajustada. Mas isso sou eu… :)

segunda-feira, fevereiro 20, 2006

Blade Runner Director's Cut


[…] I've seen things you people wouldn't believe. Attack ships on fire off the shoulder of Orion. I watched C-beams glitter in the darkness at Tannhäuser Gate. All those moments will be lost in time like tears in rain.
Time to die. […]

Quem me conhece um bocadinho, sabe que eu sou amante de cinema, mas quem me conhece um bocadinho melhor (ok, bastante melhor) sabe que o meu filme preferido é o Blade Runner…

E porquê falar dele agora, sim, com tantos filmes novos para falar, escolher um filme de 1982…

Porque o filme influenciou-me bastante, não só a mim como tenho certeza a tantos milhões que o viram e o chamam de um verdadeiro clássico. Tinha saudades dos fumos e visão futurista das megacorporações, do ambiente nocturno, ‘underground’ com influências orientais dadas pelo Ridley Scott (a propósito, um dos meus realizadores preferidos também)

Mas a razão que me leva a escrever no blog hoje sobre o filme é mesmo porque consegui ao fim de uma grande batalha adquirir a versão ‘Blade Runner - Director’s Cut’, e ao contrário do que seria de esperar e para minha tristeza, era desejo do Ridley Scott tirar a voz-off do Harrison Ford na versão original. Não posso crer, dava ao filme um certo charme de policial dos anos 50 misturado com a acção que no filme decorre no ano 2019. Gosto imenso de filmes que têm a voz-off dos personagens. É como se lhes ouvíssemos a consciência, tivéssemos na cabeça deles, e o Blade Runner usava esse truque em abundância. Esta versão é mais longa e o final bastante diferente. Enfim, vou mesmo ter de me conformar com a versão que me influenciou estes anos todos. Felizmente que ninguém se lembrou de fazer o Blade Runner 2. :)

Links:
BLADE RUNNER (IMDB)

BLADE RUNNER (Script)

sexta-feira, fevereiro 17, 2006

STARGATE ATLANTIS

Estava confortavelmente a ver uma das minhas series preferidas (o último episodio da 2a epoca) no computador quando para meu espanto, deparo-me com esta imagem. Um dos soldados é português!

Pois é, para quem não sabe, O Stargate Atlantis é uma série americana que foi criada 2004, durante o 7o ano da série que está a fazer furor no mundo fora. A série chama-se Stargate e tinha o lendário Richard Dean Anderson (MacGyver) como actor principal.

O Stargate e o Stargate Atlantis são 2 séries que decorrem no mesmo universo. No entanto a accção do SG-Atlantis passa-se numa galaxia diferente da nossa, com outros inimigos em que a base de operações é a cidade lendária de Atlantis. A expedição enviada é formada de cientistas e militares de várias nacionalidades. E para o meu espanto, dei conta que um dos soldado é português, como podem ver pela bandeira que tem no braço... Interessante no mínimo não terem-se lembrado de Portugal como darem algum destaque ao soldado (ok ok, 1.5segs). Podia ser pior. ;)

Sexta-feira 17

Estou sentando em frente ao meu computador num dia lindissimo de verão (sim, no hemisfério sul é verão) e de repente dei-me conta que preciso repensar uma série de coisas. Sim, repensar, porque esta não é a primeira sexta-feira, ou quinta que penso nisso. Se não vejamos.

No principio do ano e durante todas as férias, eu estava num mundo que não é habitualmente. Eu vivi muitos anos em Portugal, toda a minha vida foi em Portugal, 27 anos dela, e depois vim viver para Moçambique há quase 9 anos por diversas razões. Não me querendo desviar do assunto, estava eu a dizer que no principio do ano, penso que falo várias pessoas no mundo, que estamos cheios de espectativas que o ano vai ser espectacular, riquissimo em coisas novas, diferentes e tudo mais. Hmmmm

Embora esteja ainda em Fevereiro (17 de Fevereiro, arrrg... já), depois de voltar ao que agora é o meu mundo embora eu tenha grandes espectactivas (defeito enorme), a vida corre normalmente no seu rammm rammm

Quantas sextas-feiras desperdiçadas vão ser precisas para algo extraordinário mudar, eu pergunto ?